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Orientações

  • Quem é o Patologista?

    Patologista é um médico com especialidade em Anatomia Patológica e Citologia. Isto é, especialista na arte e na ciência do diagnóstico.

    A formação do Patologista é longa como todas as especialidades médicas.

    Após o curso de medicina ele fará residência médica, que varia de 3 a 4 anos. Muitos continuam seus estudos com mestrado e doutorado, ampliando seus conhecimentos em áreas específicas da Patologia. Nosso diagnóstico é dado em laudos anatomopatológicos por escrito, dirigido ao médico que solicitou o exame e ao paciente.

    A partir dos laudos que emitimos o clínico ou o cirurgião tem condições de formar melhores decisões para seus pacientes.

    Utilizamos de métodos de análise de tecidos e células e sempre em constante atualização de métodos e de equipamentos.

    O patologista está sempre à disposição do médico e do paciente para qualquer esclarecimento.

  • Porque o laudo do laboratório de patologia não é enviado ao paciente através de e-mail?

    Os laudos do laboratório de patologia são enviados, normalmente para o profissional médico que o solicitou. Por usar termos técnicos poderia ter uma interpretação incorreta do resultado. No entanto, o paciente tem o direito de solicitar no laboratório o seu exame e a ele será entregue nesta situação.

  • Como são realizadas as coletas para os exames de genética?

    Como a avaliação é de DNA, pode ser usada qualquer célula do corpo. Por isso, no Diagnose, damos preferência por usar células da mucosa oral, coletadas com uma escova, por sem simples, fácil, completamente indolor e não necessitar de preparo especial, como por exemplo o jejum. Porém essa regra não pode ser aplicada para os exames de cariótipo, que levam em consideração o tipo de material que será avaliado (sangue, feto, medula e outros).

  • Câncer: Qual o papel do patologista no diagnóstico do câncer de mama?

    Patologia significa “estudo das doenças”. Atualmente, no que se refere ao câncer de mama, o patologista estuda amostras de tecidos doentes e contribui com informações importantes para determinar a presença e o tipo de câncer.

    Estas informações auxiliam nas decisões desde o diagnóstico, uma vez que o patologista faz um laudo atestando a existência da doença, até a escolha de diferentes modalidades de tratamento, em diversos momentos do acompanhamento das pacientes.

    Os dados que indicam as chances de resposta da doença a determinado tratamento são chamados de “fatores preditivos”. Além destes, também são extraídos dos estudos, feitos pelo patologista, os chamados “fatores prognósticos”, que têm o propósito de prever o comportamento da doença, especificamente em cada paciente.

    Os principais exemplos de informações geradas pelos exames são:

    • Diagnóstico da presença de câncer;
    • Qualificação do tipo de câncer (qual a suposta célula de origem?);
    • Classificação do grau histológico (qual o potencial de agressividade desse câncer?);
    • Tamanho do câncer, presença e quantidade de gânglios atingidos pelo mesmo na axila (o quanto este câncer já cresceu e se disseminou com o passar do tempo?);
    • O câncer responde ao estímulo dos hormônios estrogênio e progesterona? Produz grande quantidade da proteína HER2? (a doença responderá aos medicamentos que bloqueiam os hormônios e fatores estimuladores de crescimento?).

    Sendo assim, o patologista funciona como uma espécie de consultor, que recolhe uma série de características dos materiais que recebe e as informa através de um laudo, que é interpretado pelo médico assistente e correlacionado com outras informações clínicas e de exames complementares. As principais ferramentas utilizadas são o microscópio e a interpretação das imagens dos tecidos pelo patologista (treinamento, cautela e experiência), além do relato das informações (principalmente na forma escrita).

  • Para que serve o exame feito pelo patologista no momento da cirurgia? Qual a certeza que pode oferecer?

    Ao exame feito pelo patologista, no momento da cirurgia, chama-se exame transoperatório. Também é chamado de “congelação”, pois muitas vezes o material analisado passa por processo de congelamento no laboratório, antes de ser examinado pelo patologista.

    A finalidade deste exame é responder a uma pergunta feita pelo cirurgião, que necessita resposta durante o procedimento cirúrgico, sempre que esta resposta influenciar no tipo de cirurgia a ser realizada.

    Interessa saber ao cirurgião, por exemplo, se um nódulo linfático (chamado de sentinela) está invadido por células do câncer da mama. Este nódulo linfático é identificado, retirado e enviado para o patologista, que o examina e responde ao cirurgião se há câncer no mesmo. Se há câncer, o cirurgião opta por retirar todos os linfonodos da axila. Se não há câncer, opta por encerrar esta etapa do procedimento cirúrgico.

    Da mesma forma, podem-se obter informações sobre algum nódulo da própria mama, por exemplo, quando se necessita saber, durante a cirurgia, se o mesmo é benigno ou maligno (influenciando no tamanho da cirurgia) ou se um nódulo sabidamente maligno foi completamente retirado e se há margens de segurança nesta retirada, ou informação mais precisa sobre o tamanho de nódulo que, até então, havia sido detectado pelo exame físico e/ou pela mamografia.

    Cada vez que se executa o exame transoperatório, procura-se utilizar a mesma amostra de material para executar o exame definitivo pelo patologista, chamado de anatomopatológico convencional ou anatomopatológico de material emblocado em parafina. Esta técnica, apesar de mais precisa, leva mais tempo para ser executada, não sendo viável durante a cirurgia sem prolongar muito o tempo da mesma. Assim, como o mesmo material é examinado duas vezes (transoperatório e convencional) e as técnicas são diferentes em precisão, pode ocorrer alteração no laudo definitivo emitido pelo patologista depois de encerrada a cirurgia.

    Diferentes cirurgiões escolhem diferentes patologistas ou laboratórios de patologia para trabalharem em equipe, sendo que o critério mais importante para a escolha é a qualidade do diagnóstico. Uma das variáveis que influencia na qualidade desta escolha, portanto, é a compatibilidade entre o diagnóstico transoperatório e o exame definitivo. Assim sendo, a relação de confiança que existe entre o paciente e o cirurgião é muito semelhante a que existe entre o cirurgião e o patologista.

    Quando os exames são executados com a devida prudência e técnica correta, e isto deve ser avaliado pelo seu médico na escolha da equipe de trabalho, as chances de erro são muito pequenas e o nível de “certeza” nos resultados é satisfatório e confiável.

  • O que é a próstata? Sinais e sintomas do câncer de próstata. Qual o papel do médico patologista no diagnóstico do câncer de próstata?

    A próstata é uma glândula presente no homem e localizada no abdome inferior, abaixo da bexiga urinária e na frente do intestino grosso. A próstata envolve a porção inicial da uretra, canal pelo qual a urina armazenada na bexiga urinária é eliminada. A próstata também produz parte do sêmen, líquido que contém os espermatozóides.

    Os homens com câncer de próstata podem apresentar um ou mais dos seguintes sintomas:

    • Dor ao urinar
    • Dificuldade para começar a urinar
    • Necessidade frequente e urgente de urinar
    • Dificuldade para esvaziar completamente a bexiga urinária
    • Sangue na urina ou no sêmen
    • Dor na região lombar ou na região pélvica

    Entretanto nenhum desses sinais e sintomas são específicos de câncer da próstata, a maioria dos homens com câncer de próstata não manifesta nenhum desses sinais e sintomas. Além disso, esses sinais e sintomas podem indicar outros problemas de saúde. Portanto sua presença indica a necessidade de avaliação médica.

    Atualmente a biópsia é o melhor método (padrão-ouro) para o diagnóstico do câncer de próstata. O procedimento é realizado em nível ambulatorial e consiste na retirada de fragmentos de no máximo 2cm de comprimento para amostrar parte do tecido prostático. Os fragmentos obtidos são encaminhados para o laboratório de patologia, onde são analisados pelo médico patologista.

    O médico patologista faz uma análise criteriosa do material obtido através do procedimento de punção-biópsia da próstata. O médico patologista fornecerá o diagnóstico (presença ou ausência de câncer).

    Quando o câncer estiver presente deverá constar no laudo anatomopatológico, pelo menos, a dimensão (extensão) do câncer, localização e o grau histológico do câncer (Escore de Gleason em conjunto com o grau da ISUP/OMS). Em algumas situações o exame imunohistoquímico será útil para confirmar/definir a presença de câncer.

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